
Uma dieta balanceada, exercício físico regular e moderado e o controle de saúde pode-se diminuir o risco de se tornar diabético.
O exercício físico regular orientado por um profissional se torna um grande aliado no combate à diabetes. Consiste numa síndrome evolutiva decorrente da falta de insulina, caracterizando-se por hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo dos carboidratos, proteínas e lipídios.
aumenta a sensibilidade da ação da insulina, que é aumentada pelo aumento do metabolismo, tornando-a mais eficiente.
É uma doença hereditária que aparece geralmente com a obesidade, infecções, uso de drogas medicamentosas, gestação. Os sintomas surgem de forma lenta, podendo a pessoa permanecer por um longo período de tempo sem perceber que tem a doença.
O tratamento pode ser realizado por meio de dietas, perda de peso ou uso de drogas antidiabéticas por vias orais. O exercício físico contribui com uma melhor qualidade de vida ao diabético diminuindo também as complicações associadas. Atuando preventivamente quando da implantação de um programa de exercício físico, dieta sã e equilibrada, assistência médica, educação do paciente e de uma equipe sanitária.
A atividade física aumenta a ação da insulina e a capacidade do músculo esquelético em produzir energia com menor cetose com isso fígado irá produzir açúcar e corpos cetónicos. A insulina é um dos principais hormônios responsáveis pela regulação metabólica no repouso e mesmo durante o exercício.

Porém é importante tomar alguns cuidados. Depois da atividade, a musculatura continua captando glicose mais eficientemente, com o objetivo de recompor o glicogênio muscular e hepático para recuperar o organismo, podendo ocorrer hipoglicemias até 48h após o término do exercício.
Quando está em atividade física, o corpo queima açúcar mais rapidamente e pode provocar uma diminuição do seu açúcar sanguíneo. Para ajudar a prevenir a hipoglicemia, deverá ser feita uma análise do açúcar no sangue, antes de começar o exercício. É importante comer algo tal como massa, fruta ou pão, antes de fazer o exercício. Talvez possa ser necessário menos insulina que o normal, mas nunca pode fazer exercício sem tomar alguma insulina.
A diabetes tem que estar bem controlada antes fazer exercício. Não deverá começar nenhum exercício físico se o açúcar sanguíneo for superior a 15 mmol/L e existirem corpos cetónicos na urina.
Os efeitos de treinamento na musculatura esquelética, podem ser visto com aumento da força e da resistência física, representando assim uma contribuição significativa no controle do diabetes, bem como uma melhora na capacidade de trabalho.
O tipo de atividade a ser recomendada, o organismo individual, adaptação, intensidade, duração e freqüência das sessões de exercício físico, motivação para o comparecimento regular e reavaliação periódica, são os fatores essenciais a serem observados para o controle de um diabético.
A série de exercícios físicos para diabéticos, é extremamente complexo, necessitando ser complementado e interpretado por uma série de exames clínicos e laboratoriais. È necessário passar por médico, nutricionista e professor de educação física para concretizar e adaptar as exigências específicas de cada diabético as suas reais condições de saúde.
O exercício físico regular orientado por um profissional se torna um grande aliado no combate à diabetes. Consiste numa síndrome evolutiva decorrente da falta de insulina, caracterizando-se por hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo dos carboidratos, proteínas e lipídios.
aumenta a sensibilidade da ação da insulina, que é aumentada pelo aumento do metabolismo, tornando-a mais eficiente.
É uma doença hereditária que aparece geralmente com a obesidade, infecções, uso de drogas medicamentosas, gestação. Os sintomas surgem de forma lenta, podendo a pessoa permanecer por um longo período de tempo sem perceber que tem a doença.
O tratamento pode ser realizado por meio de dietas, perda de peso ou uso de drogas antidiabéticas por vias orais. O exercício físico contribui com uma melhor qualidade de vida ao diabético diminuindo também as complicações associadas. Atuando preventivamente quando da implantação de um programa de exercício físico, dieta sã e equilibrada, assistência médica, educação do paciente e de uma equipe sanitária.
A atividade física aumenta a ação da insulina e a capacidade do músculo esquelético em produzir energia com menor cetose com isso fígado irá produzir açúcar e corpos cetónicos. A insulina é um dos principais hormônios responsáveis pela regulação metabólica no repouso e mesmo durante o exercício.

Porém é importante tomar alguns cuidados. Depois da atividade, a musculatura continua captando glicose mais eficientemente, com o objetivo de recompor o glicogênio muscular e hepático para recuperar o organismo, podendo ocorrer hipoglicemias até 48h após o término do exercício.
Quando está em atividade física, o corpo queima açúcar mais rapidamente e pode provocar uma diminuição do seu açúcar sanguíneo. Para ajudar a prevenir a hipoglicemia, deverá ser feita uma análise do açúcar no sangue, antes de começar o exercício. É importante comer algo tal como massa, fruta ou pão, antes de fazer o exercício. Talvez possa ser necessário menos insulina que o normal, mas nunca pode fazer exercício sem tomar alguma insulina.
A diabetes tem que estar bem controlada antes fazer exercício. Não deverá começar nenhum exercício físico se o açúcar sanguíneo for superior a 15 mmol/L e existirem corpos cetónicos na urina.
Os efeitos de treinamento na musculatura esquelética, podem ser visto com aumento da força e da resistência física, representando assim uma contribuição significativa no controle do diabetes, bem como uma melhora na capacidade de trabalho.
O tipo de atividade a ser recomendada, o organismo individual, adaptação, intensidade, duração e freqüência das sessões de exercício físico, motivação para o comparecimento regular e reavaliação periódica, são os fatores essenciais a serem observados para o controle de um diabético.
A série de exercícios físicos para diabéticos, é extremamente complexo, necessitando ser complementado e interpretado por uma série de exames clínicos e laboratoriais. È necessário passar por médico, nutricionista e professor de educação física para concretizar e adaptar as exigências específicas de cada diabético as suas reais condições de saúde.
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